| 1 x de R$24,95 sem juros | Total R$24,95 | |
| 2 x de R$14,55 | Total R$29,10 | |
| 3 x de R$9,75 | Total R$29,26 | |
| 4 x de R$7,41 | Total R$29,66 | |
| 5 x de R$5,97 | Total R$29,89 | |
| 6 x de R$5,00 | Total R$30,02 | |
| 7 x de R$4,30 | Total R$30,15 | |
| 8 x de R$3,78 | Total R$30,24 | |
| 9 x de R$3,37 | Total R$30,34 | |
| 10 x de R$3,05 | Total R$30,50 | |
| 11 x de R$2,78 | Total R$30,66 | |
| 12 x de R$2,56 | Total R$30,80 |
Vale High-Tech
Uma das maiores operações de mineração do mundo funciona como uma cidade industrial erguida a 700 quilômetros de Belém, Amazônia adentro. É de Carajás, no sudeste do Pará, que saem, todos os anos, cerca de 170 milhões de toneladas de minério de ferro, escoadas por uma ferrovia de quase 1.000 quilômetros até o litoral do Maranhão.
Ao longo do trajeto, os trens atravessam a floresta até chegar ao Porto de Ponta da Madeira, em São Luís, de onde a produção é exportada para todo o mundo, majoritariamente para a China. O conjunto formado por minas, ferrovia e porto fez da Vale, nos últimos 40 anos, um colosso global da mineração.
Mas, para além do minério de ferro, a região de Carajás tem outro negócio cada dia mais promissor. A região abriga os principais ativos de cobre da companhia.
